"Quando um raio cruzou o céu;
Fogos e trovões encheram meus ouvidos.
Só meus olhos assistiram, tiros de canhões,
Balas perdidas... (e um choro de criança).
Tudo era felicidade com os flancos inimigos,
Abertos, desarmados.
Minha alma engrandecia,
Como tudo de folia, ela paenas se iludia.
Só como não podia ser;
Começou a acontecer;
A decadência de um homem,
Começou a aparecer.
Com o raio da fênix, tão fragilmente,
Ele foi derrotado.
Toda sua vida revirada,
Toda felicidade retratada.
Então como tinha de ser, moço
Ele chegou ao fundo do poço
Seu rosto sem esboço
Suas mãos cheias de mofo.
Então um grande dia aconteceu,
O país inimigo quase desapareceu.
Na separação dos seus estados,
A semente do sangue brotou,
Um saiu arrastado;
O outro de novo amor.
Só como não podia ser;
Começou a acontecer;
A decadência de um homem,
Tornou a aparecer.
Um país quase dasabitado... (sem estado)
Só amigos o sutentavam... (descaso)
Toda onipotência do seu líder,
De nada servia na separação dos estados.
A guerra fria aconteceu;
E o seu coração? (quase apodreceu)
Só quem conhece a guerra,
Sabe o que um líder sente,
Ele domina o corpo,
Mas nunca a sua mente."