quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Preeenchimento


Amar sem pedir nada, porque o amor é desinteressado;
Amar sem impor condições, porque amar é se dar;
Amar sem calcular desvantagens, porque amar é sacrificar-se;
Amar sem exclusividades, porque amar é compartilhar;
Amar sem data nem espaço, porque o amor preenche tudo.

O amor...

Sempre procurei uma definição sobre o amor, uma explicação sobre o porque esse sentimento nos domina, mexe tanto com nossas vidas ao ponto de nos tirar do eixo e nos levar as mais terríveis loucuras, as mais insanas atitudes. E aí senti que o amor é assim sem explicação, vem sem avisar ou pedir permissão, apenas nos invade e quando percebemos estamos dominado por esse sentimento. Mas existe o amor nobre, aquele que de uma maneira é autorizado, aquele puro, mas como não pode fugir a regra, ele acaba sendo, de certa forma, avassalador e nos dá força pra seguir e sentir um futuro do qual fantasiamos a felicidade...
Nessa etapa da minha vida começo a crer em momentos felizes e a duvidar um pouco de uma associação que fazemos em nossa vida sobre o sempre e o amor. O que é pra sempre? E como um sentimento sem explicação pode ser pra sempre? Não me tornei cético sobre a arte de amar, porém passei a analizar a vida sobre um ponto de vista artístico, onde nem sempre o glamour é o ápice do sucesso. E nessa análise, não precisava ser nenhum Einstein pra descobrir que no amor o importante é termos as 3 vidas: a minha vida, a sua vida e a nossa vida. Assim, mesmo sem explicação, mesmo com tanta utopia e associações poderemos enfim viver o que chamamos de Amor.

Eu voltei...

Tinha bandonado de novo o blog, mas resolvi retomar e pelo menos uma vez por semana escrever algo. Um cheiro e lua sempre á todos!!!